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3 mitos sobre o nióbio nos quais você acredita

Economia

3 mitos sobre o nióbio nos quais você acredita

O nióbio é mesmo insubstituível? A solução para os problemas econômicos do Brasil? Alguns dos mitos sobre o nióbio mais famosos da internet.



Se você já ouviu falar de um elemento chamado nióbio, provavelmente já deve ter se deparado com algum destes mitos que são espalhados até mesmo por políticos, dos quais seria natural esperarmos que tivessem bases factuais para  fazer afirmações sobre determinados temas.

Os tópicos são um resumo de alguns vídeos bem mais amplos que esclarecem toda a questão e que estão incorporados neste post. É altamente recomendável que assista o mesmos para entender sobre o assunto.





1. O nióbio é insubstituível. 

Não. Apesar das vantagens evidentes para a produção de aço mais resistente e leve, o mesmo possuí como concorrentes o vanádio, o tântalo e o titânio. Além disso, o nióbio não é insumo tão essencial quanto o petróleo, por exemplo.





 

 

2.  Só existe nióbio no Brasil.

Não. Apesar do Brasil possuir 98% das reservas conhecidas de nióbio e ser responsável por suprir cerca de 90% da demanda mundial, o nióbio também pode ser encontrado em países como Egito, Congo, Groelândia (Dinamarca), Rússia, Finlândia e Estados Unidos.

3. As riquezas decorrentes da exploração do nióbio seriam suficientes para transformar o Brasil em potência.

Não. Os defensores desta teoria afirmam que o Brasil faz uma sub-exploração do elemento e que vende o mesmo por um preço muito baixo. No entanto, se considerarmos que o mesmo não é insubstituível, aumentar os preços de forma artificial só faria com que os compradores migrassem para os substitutos, que comparativamente se tornariam mais baratos, ou simplesmente que fossem abertas novas minas em outros países. Além disso, aumentar a quantidade do produto disponível no mercado sem que haja um aumento na demanda só faria com que o preço do mesmo caísse.

 

 

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